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O que é?

 

Trata-se de uma iniciativa de cinema documental integrada no Festival do Atlântico 2026 e orientada para a valorização do património natural, científico e paisagístico da Região Autónoma da Madeira. O projeto propõe-se divulgar obras de naturalistas e documentaristas, tais como John Ovington, Joseph Banks, Daniel Solander, Robert Brown, Richard Thomas Lowe, Jacques Costeau, Ernest Shackleton, Ernest Schmidt e Edgar Gunther Maul, que, ao longo das décadas, contribuíram para o conhecimento, interpretação e reconhecimento público da biodiversidade e dos ecossistemas madeirenses, constituindo um contributo relevante para a promoção da literacia ambiental e da memória científica da Região.

Onde se realiza?

 

Para este projeto, selecionou-se uma série de quatro locais emblemáticos cuja proximidade ao mar permite reforçar a ligação entre o conteúdo projetado e a paisagem envolvente.

·         a) Cais da Ponta do Sol;

·         b) Piscinas Naturais do Porto Moniz;

·         c) Casa da Cultura de Santa Cruz (Quinta do Revoredo);

·         d) Cais do Carvão, Funchal.

Estes locais foram selecionados pela sua relevância cultural e pela sua relação direta com o oceano Atlântico, constituindo cenários distintivos capazes de proporcionar uma experiência cultural sensorialmente enriquecida.

Porque se realiza?

A pertinência desta iniciativa resulta da singularidade do património natural madeirense e da necessidade de promover o seu conhecimento e compreensão por parte do público residente e visitante. A exibição de documentários de naturalistas que deixaram contributos significativos para o estudo da Região permite reconhecer a importância histórica da investigação científica no arquipélago, ao mesmo tempo que reforça a consciência ambiental e estimula a reflexão sobre a conservação dos ecossistemas. A iniciativa reveste-se, assim, de interesse cultural, educativo e social, enquadrando-se nas estratégias regionais de promoção da sustentabilidade, da cultura científico-artística e da dinamização turística qualificada durante o período do Festival do Atlântico.

Enquanto proposta cultural descentralizada, o DOC.Atlântico pretende envolver diferentes concelhos e comunidades, promovendo o acesso democrático à cultura, valorizando espaços públicos costeiros e ampliando a oferta cultural da Região durante um período de elevada afluência turística. Dirige-se à população local, visitantes nacionais e estrangeiros, estudantes, investigadores e famílias, constituindo um espaço de convergência entre ciência, arte e território

Quando se realiza?

O DOC.Atlântico assenta na realização de quatro sessões de exibição cinematográfica ao ar livre, programadas para todas as sextas-feiras do mês de junho, mais precisamente nos dias 05, 12, 19 e 26 de junho de 2026. Estas sessões estão previstas para as 21:00h.

Como se realiza?

 

​Cada sessão do ciclo será antecedida por uma breve contextualização sobre o documentarista e a relevância do seu trabalho para o conhecimento da Madeira, seguindo-se a projeção da obra e, sempre que aplicável, um momento final de diálogo informal com o público. Esta metodologia procura promover não apenas o visionamento cinematográfico, mas também a criação de um espaço de reflexão alargada, potenciando o envolvimento do público com os temas tratados.

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Uma organização

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